| >> Arte/Cidade,
por Lisette Lagnado TRANS> Vol.1, No.1, 1995.
"Será possível surpreender o passeio
do sujeito contemporâneo pela cidade com uma fração
de pura imprevisibilidade? Esta discussão, que data
da intervenções paradigmáticas de Richard
Serra, Robert Morris e Christo, inseriu a obra de arte dentro
de uma noção de 'campo expandido'".
>> O
Auto-Retrato na (da) Arte Contemporânea, por Tadeu
Chiarelli Itaú Cultural, Catálogo on-line
da exposição Deslocamentos do Eu, agosto 2001.
"É justamente nessa atitude dos artistas
com a própria imagem (...) que reside o primeiro
índice alegórico das obras aqui apresentadas:
nelas as imagens são apropriadas, descontextualizadas,
justapostas a outras imagens, transformando-se em discursos
ambíguos, com significados velados, repletos de mistérios."
>> A
cidade e a arte, por Rubens Pileggi Item on line
/ Alfabeto Visual. "Se o termo "arte pela arte"
- tão caro aos modernistas (...) já não
faz mais sentido enquanto pensamento contemporâneo
porque dá as costas à realidade dos fatos,
seria de se perguntar até que ponto a arte dita pós-moderna
pode ser ainda chamada de arte em meio à funcionalização
que a cada dia mais se faz dela".
>> Brazil:
Body and Soul, por Adriano Pedrosa ArtForum março
2002. "Brazil: Body and Soul" is among the
most expensive and polemical museum exhibitions in recent
memory, and its genesis is worth considering".(obs:
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>> A
caixa de Pandora da fotografia, por Pedro Karp Vasquez
JB online, 31/8/2002. "Hoje a era da imagem
técnica vive um momento crucial, com a substituição
da fotografia pela imagem digital e a expansão e/ou
consolidação das novas tecnologias de captação
de imagem pertencentes ao campo da informática. Assim,
esta nova edição brasileira de Filosofia
da caixa preta é extremamente oportuna,
já que essa obra fornece um sólido fundamento
teórico para todos aqueles que desejam entender melhor
a chamada ''civilização do olhar''."
>> Coisas
da arte que a vida ensina a transformar, por Rubens
Pileggi Item on line / Alfabeto Visual. "Hoje
em dia dá para se falar sobre tudo com arte, dá
para pensar em intervir em tudo com arte. Desde questões
pessoais até cósmicas, passando pelos conflitos
étnicos até o caos urbano e o que mais se
queira".
>> Contemporary
Brazil in Fabric and Thread por Ken Johnson
The New York Times, caderno Arts, 14/12/2001. "The
Thread Unraveled, an exhibition at El Museo del Barrio,
is a contemporary sideshow to "Body and Soul,"
(...) on view at the Guggenheim Museum. The (...) Barrio's
exhibition is subdued, focused, elegant and colorless."(obs:
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>> Do
que no corpo é falta, pedaço ou desaparecimento
por Moacir dos Anjos Fundação
Joaquim Nabuco, 2001. "(...) esses trabalhos (...)
parecem entregar sempre algo - ou a si mesmos - em oferenda,
assumindo um tom confessional e sedutor que confunde - de
modo medido e insinuado, mas insistente - religiosidade
e erotismo."
>> Ernesto
Neto, por Carlos Basualdo TRANS> Vol.1, No.1,
1995. "Recuerdo que en mi primera visita al estudio
de Ernesto Neto (...) no pude observar en los trabajos que
practicamente atiborraban el lugar ninguna referencia directa
al cuerpo humano. El sitio en sí sugería al
mismo tiempo un gabinete de experimentos de física
(...), y la oficina descuidada de un excéntrico aficionado
al arte(...)".
>> O
futuro e a cultura da imagem, por Vilém Flusser
boletim Páginas Negras N.011, site fotoplus.
"Nos dias 2 a 5 de dezembro reuniram-se (...) engenheiros,
artistas, economistas, sociólogos e pensadores, para
discutirem o "futuro da cultura". Por mais divergentes
que tenham sido os pontos de vista, havia consenso quanto
a um dos aspectos mais fundamentais do problema: a cultura
do futuro será cultura da imagem. Quanto mais progrediam
as discussões, tanto mais a reflexão se ia
concentrando sobre a função da imagem na sociedade
pós-industrial do futuro."
>> Gosto
não se discute, por Eduardo Coimbra site
Agora "Conhecer e apreciar um trabalho de arte é
bem mais que o exercício do gosto pessoal. Arte não
tem que agradar aos sentidos, nem enfeitar ambientes, nem
florear discursos. Arte é um modo de pensamento e
de conhecimento de uma civilização".
>> Hélio
Oiticica "Quasi-Cinemas", por Margaret Sundell
ArtForum fevereiro 2002. "As a child there
are three main things you learn about art. First, it's supposed
to be beautiful. Second, it's something you shouldn't touch.
And third, if you stand in front of it for long enough,
your feet will start to hurt".(obs:
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>> Información
Turistica: Cildo Meireles y Christian Philipp Müller,
por George Baker TRANS> Vol.1/2, No.3/4, 1997.
"En 1970, Kynaston McShine invitó al artista
brasileño Cildo Meireles a participar de una exhibición
histórica en el Museo de Arte Moderno de Nueva York
titulada Información. Poco después de este
evento, Meireles se mudó a Nueva York por un período
de dos años."
>> O
instrumento do fotógrafo ou o fotógrafo do
instrumento?, por Vilém Flusser boletim
Páginas Negras N.017, site fotoplus. "Curiosa
profissão, esta. A maioria das profissões
exige engajamento em determinado assunto. Sapateiro engaja-se
em sapatos, construtor civil em casas, (...). Quanto ao
fotógrafo, este se engaja na máquina fotográfica.
que não é assunto, mas instrumento. E como
se o sapateiro se engajasse em agulhas, (...). Ou, para
quem considera fotografia como ’arte’: como
se o escultor se engajasse, não na pedra, mas no
martelo."
>> Museo
Parangolé, por Guy Brett TRANS> Vol.1,
No.1, 1995. "En un incidente ocurrido durante los
días de la inauguración de la [última]
Bienal de São Paulo, el curador holandés Wim
Beeren ordenóa algunos bailarines de samba abandonar
la sala de una exposición de pinturas de Malevich.
Los bailarines, de la escola de samba Vai-Vai, estaban vistiendo
capas 'Parangolé', una obra de Hélio Oiticica
de mediados de los sesenta(...)".
>> Museu
Metropolitano sedia mostra do projeto Linha Imaginária
Cidade Virtual/Curitiba, janeiro 2002. "O
Museu Metropolitano de Arte de Curitiba sedia mais uma edição
do projeto Linha Imaginária (...) Nesta mostra, um
novo núcleo composto por 27 artistas de diversas
regiões do país apresenta um misto de obras
que discutem temáticas e reflexões do universo
contemporâneo das artes visuais."
>> Plasmatio
- José Rufino por Moacir dos Anjos
site do artista. "A obra de José Rufino tem
cuidado, desde quase o seu início, de desacelerar
o tempo e estender espaços vividos, fazendo da memória
individual (de outros ou sua) passagem para a rememoração
coletiva."
>>
A
Radical Intervention: Brazilian Electronic art
Documents, Essays and Manifestoes, editado por Eduardo Kac
Leonardo online, agosto 1998. "A series of
articles on the topic of Brazilian artists working with
electronics and technology".
>> Um
e/entre outro/s por Paulo Herkenhoff XXIV
Bienal de São Paulo, 1998. "Este eixo da
exposição Arte Contemporânea Brasileira:
Um e/entre outros/s está centralizado numa arte envolvida
com questões do abandono social."
>> Um
e Outro por Adriano Pedrosa XXIV Bienal
de São Paulo, 1998. "Este eixo, o do "Um
e outro" - mais psicanalítico, subjetivo, embora
não livre de implicações sociais e
políticas- inicia-se com o tema canibalístico
da fusão amorosa."
>> Un
entretenido desfile de estímulos a los sentidos y
a la imaginación por Sibila Camps
el Clarín, caderno Sociedad/Arte, 20/04/2002. "Una
gran muestra de arte contemporáneo brasileño.
Se realiza en el Museo de Arte Latinoamericano de Buenos
Aires. "El hilo de la trama" incluye esculturas,
instalaciones, fotografías y tapices que evocan el
paso del tiempo."
>> The
Wonders of Genetics Breed a New Art por Steven
Henry Madoff The New York Times, caderno Arts, 26/05/2002.
"If art in the broadest sense peers into the mysteries
of life, then an art dedicated to the structure of life itself
is of momentous relevances."(obs:
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